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	<title>Notícias - Consórcio Guaicurus</title>
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	<lastBuildDate>Wed, 06 Mar 2024 15:35:19 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Covid-19: Anvisa aprova registro de vacina Spikevax monovalente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 15:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (6), em Brasília, o&#160;registro da vacina Spikevax, dose monovalente contra a covid-19. Segundo a agência, o imunizante está atualizado para proteger contra a variante XBB 1.5 da covid, conhecida popularmente como Kraken. O produto é registrado pela empresa Adium S.A. e fabricado pela Moderna. Segundo a Anvisa, esta é a segunda vacina monovalente atualizada com a variante Kraken e autorizada pela agência. A dose está indicada para imunização ativa em crianças a partir de seis meses de idade e adultos, conforme as seguintes posologias: &#8211; crianças de seis meses a quatro anos sem vacinação prévia e sem histórico conhecido de infecção pela covid-19: duas doses de 0,25 mililitros (ml) cada, administradas via intramuscular. A segunda dose deve ser administrada 28 dias após a primeira dose. &#8211; crianças de seis meses a quatro anos com vacinação prévia ou com histórico conhecido de infecção por covid-19: uma dose de 0,25 ml, administrada via intramuscular, sendo que a Spikevax deve ser administrada pelo menos três meses após a dose mais recente de qualquer vacina contra a covid. &#8211; crianças de cinco a 11 anos, com ou sem vacinação prévia: uma dose de 0,25 ml, administrada via intramuscular. &#8211; indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos, com ou sem vacinação prévia: uma dose de 0,5 ml, administrada via intramuscular. &#8211; adultos com 65 anos ou mais: uma dose de 0,5 ml, administrada via intramuscular. Uma dose adicional pode ser administrada, pelo menos [&#8230;]</p>
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<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) anunciou, nesta quarta-feira (6), em Brasília, o&nbsp;<a href="http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/resolucao-re-n-875-de-5-de-marco-de-2024-546745425" target="_blank" rel="noreferrer noopener">registro da vacina Spikevax</a>, dose monovalente contra a covid-19. Segundo a agência, o imunizante está atualizado para proteger contra a variante XBB 1.5 da covid, conhecida popularmente como Kraken.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584394&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584394&amp;o=node"></p>



<p>O produto é registrado pela empresa Adium S.A. e fabricado pela Moderna. Segundo a Anvisa, esta é a segunda vacina monovalente atualizada com a variante Kraken e autorizada pela agência. A dose está indicada para imunização ativa em crianças a partir de seis meses de idade e adultos, conforme as seguintes posologias:</p>



<p>&#8211; crianças de seis meses a quatro anos sem vacinação prévia e sem histórico conhecido de infecção pela covid-19: duas doses de 0,25 mililitros (ml) cada, administradas via intramuscular. A segunda dose deve ser administrada 28 dias após a primeira dose.</p>



<p>&#8211; crianças de seis meses a quatro anos com vacinação prévia ou com histórico conhecido de infecção por covid-19: uma dose de 0,25 ml, administrada via intramuscular, sendo que a Spikevax deve ser administrada pelo menos três meses após a dose mais recente de qualquer vacina contra a covid.</p>



<p>&#8211; crianças de cinco a 11 anos, com ou sem vacinação prévia: uma dose de 0,25 ml, administrada via intramuscular.</p>



<p>&#8211; indivíduos com idade igual ou superior a 12 anos, com ou sem vacinação prévia: uma dose de 0,5 ml, administrada via intramuscular.</p>



<p>&#8211; adultos com 65 anos ou mais: uma dose de 0,5 ml, administrada via intramuscular. Uma dose adicional pode ser administrada, pelo menos três meses após a dose mais recente de qualquer vacina contra a covid-19.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entenda</h2>



<p>O início e a continuidade do esquema vacinal contra a covid-19, ou seja, as duas primeiras doses e também o reforço, são feitos com vacinas monovalentes.</p>



<p>Já as vacinas bivalentes contra a covid-19 atualmente são aplicadas em quem já recebeu pelo menos duas doses monovalentes prévias.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>FAC realiza a 11ª edição do Drive-Thru da Reciclagem de 14 a 16 de março</title>
		<link>https://www.consorcioguaicurus.com.br/fac-realiza-a-11a-edicao-do-drive-thru-da-reciclagem-de-14-a-16-de-marco/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 15:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Prefeitura de Campo Grande, por meio do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), em parceria com a Du Bem Sustentável, realiza de 14 a 16 de março, das 9h às 18h, o 11º Drive-Thru da Reciclagem –Sustentabilidade, Educação, Cultura e Negócio. O foco da ação é conscientizar a população para o descarte correto dos resíduos e informar sobre práticas sustentáveis e reciclagem. Como na última edição, o evento acontece nos Altos da Avenida Afonso Pena, no estacionamento ao lado do Bioparque Pantanal. Os condutores podem entrar com o veículo e fazer o descarte correto sem descer do veículo e, durante os três dias de evento, será possível descartar materiais como papel, papelão, plástico, garrafa pet, vidro, óleo de cozinha usado, sucata de aço, ferro, eletrônicos, tecido, banner, medicamento vencido, ração, acessório e medicamento para pet, além de lâmpada, pilha, bateria, entre outros. Para a coordenadora-geral do FAC, Adir Diniz, o Drive-Thru da Reciclagem mostra a importância das práticas sustentáveis em todos os segmentos. “Alinhado com os valores do FAC, o Drive-Thru promove o empreendedorismo social, fomenta a educação ambiental através do descarte e desapego, além de contribuir com a economia circular. Como consequência, mostramos que as práticas sustentáveis trazem saúde e bem-estar ao cidadão”, reitera. O complexo montado para o evento também contará com ambiente destinado à captação de doações. Podem ser doadas peças de roupas, calçados, alimentos não-perecíveis e tudo que estiver em boas condições de uso. O material arrecadado será repassado às famílias em situação de vulnerabilidade [&#8230;]</p>
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<p>A Prefeitura de Campo Grande, por meio do Fundo de Apoio à Comunidade (FAC), em parceria com a Du Bem Sustentável, realiza de 14 a 16 de março, das 9h às 18h, o 11º Drive-Thru da Reciclagem –<br>Sustentabilidade, Educação, Cultura e Negócio.</p>



<p> O foco da ação é conscientizar a população para o descarte correto dos resíduos e informar sobre práticas sustentáveis e reciclagem. Como na última edição, o evento acontece nos Altos da Avenida Afonso Pena, no estacionamento ao lado do Bioparque Pantanal.</p>



<p>Os condutores podem entrar com o veículo e fazer o descarte correto sem descer do veículo e, durante os três dias de evento, será possível descartar materiais como papel, papelão, plástico, garrafa pet, vidro, óleo de cozinha usado, sucata de aço, ferro, eletrônicos, tecido, banner, medicamento vencido, ração, acessório e medicamento para pet, além de lâmpada, pilha, bateria, entre outros.</p>



<p>Para a coordenadora-geral do FAC, Adir Diniz, o Drive-Thru da Reciclagem mostra a importância das práticas sustentáveis em todos os segmentos. “Alinhado com os valores do FAC, o Drive-Thru promove o empreendedorismo social, fomenta a educação ambiental através do descarte e desapego, além de contribuir com a economia circular. Como consequência, mostramos que as práticas sustentáveis trazem saúde e bem-estar ao cidadão”, reitera.</p>



<p>O complexo montado para o evento também contará com ambiente destinado à captação de doações. Podem ser doadas peças de roupas, calçados, alimentos não-perecíveis e tudo que estiver em boas condições de uso. O material arrecadado será repassado às famílias em situação de vulnerabilidade social assistidas pelo FAC.</p>



<p>A programação conta com uma série de atividades educativas e culturais, atrações musicais, teatro para as crianças, oficinas, ambiente de leitura e oferta de mudas de árvores frutíferas às pessoas que realizarem o descarte correto dos materiais.</p>



<p>Roberta Queiroz, coordenadora de projetos do FAC, relembra que a prefeitura de Campo Grande realizou a primeira edição do Drive-Thru da Reciclagem em 2020, e desde então, o evento foi abraçado pela população, que contribui cada vez mais para práticas sustentáveis. “A mudança de comportamento individual é crucial para o sucesso do processo de reciclagem. Isso implica&nbsp; compreender o descarte apropriado, familiarizar-se com a indústria de reciclagem e compreender o ciclo de vida dos materiais reaproveitados. Nesse contexto, a prefeitura se mobilizou, coordenando esforços com empresas privadas, organizações não-governamentais e voluntários para garantir o êxito contínuo do Drive-thru.”</p>



<p><strong>Edições anteriores</strong></p>



<p>Desde a primeira edição, realizada em outubro de 2020 durante a pandemia de Covid-19, já foram coletadas 45 toneladas de materiais recicláveis e mais de 1,6 bilhões de litros de água preservados<br>Apenas na última edição realizada entre os dias 19 a 21 de outubro de 2023, resultou na preservação de cerca de 36 milhões de litros de água por meio do descarte correto de 75 quilos de medicamentos e 87 litros de óleo de cozinha usado.</p>



<p>O descarte de vidro somou 880 quilos. Entre papel e papelão, o montante somou aproximadamente uma tonelada. Já a sucata de ferro e latinhas totalizaram 125 quilos de descarte. Garrafas pet, plásticos e derivados contabilizaram 270 quilos. Entre pilhas, baterias e lâmpadas somaram-se 240 quilos de descarte.</p>



<p>Adubos orgânicos produzidos na Unidade Técnica de Agricultura Urbana (UTA/FAC) também foram distribuídos para quem realizou o descarte correto de materiais. De acordo com a Embaixadora do Instituto Lixo Zero Brasil em Mato Grosso do Sul e gestora do evento juntamente com o FAC, Ana Cristina Franzoloso, o intuito Drive-Thru da Reciclagem é fortalecer a ideia do descarte correto como início da logística reversa de economia circular.</p>



<p>“Através da Prefeitura de Campo Grande e do FAC com o apoio oficial que sempre aconteceu nas 10 edições anteriores, conseguimos mais de 45 toneladas de recicláveis, mais de 12 mil mudas foram doadas. A proposta desta edição é de que as cidades inteligentes sejam sustentáveis e estaremos lá para mostrar que precisamos de todos juntos em prol da qualidade de vida no planeta”, ressaltou Franzoloso.</p>



<p><strong>Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)</strong></p>



<p>Em 2017, Campo Grande aderiu a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas, subscrita pela República Federativa do Brasil, que visa promover mudanças positivas no mundo do futuro. Esses objetivos representam planos que todos os Estados-membros da ONU devem seguir para atingir algumas metas. Dentre elas destacam-se: erradicação da pobreza,<br>promoção da prosperidade e bem-estar geral, proteção do meio ambiente e mitigação das mudanças climáticas.</p>



<p>A 11ª edição do Drive-Thru da Reciclagem contempla a meta 4 (Educação de qualidade: essencial a promoção de uma educação inclusiva, igualitária e baseada nos princípios de direitos humanos e desenvolvimento sustentável); a meta 5 (Igualdade de gênero); a meta 6 (Água potável e saneamento: assegurar a disponibilidade e gestão sustentável da água e saneamento para todas e todos), meta 11 (Cidades e Comunidades Sustentáveis) e a meta 12 (Consumo e produção responsáveis: assegurar padrões de produção e de consumo sustentáveis).</p>



<p>Também será contemplada a meta 15, que tem como objetivo proteger, recuperar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, deter e reverter a degradação da terra e deter a perda de biodiversidade. Ao todo, são 17 objetivos que compõem os ODS atualmente.</p>



<p><strong>Serviço:</strong><br>11° Drive-Thru da Reciclagem<br>Local: Estacionamento ao lado do Bioparque Pantanal, Altos da Avenida Afonso Pena<br>Data: 14 a 16 de março<br>Horário: 9h às 18h<br>Informações: 2020-1361<br>Para mais informações: 2020-1361 ou pelas redes sociais do FAC&nbsp;<a href="http://fac.pmc/">@fac.pmc</a>/ e do<br>Drive-Thru da Reciclagem&nbsp;<a href="http://drivethrudareciclagem/">@drivethrudareciclagem</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Diagnóstico de dengue e imunização exigem cautelas na doação de sangue</title>
		<link>https://www.consorcioguaicurus.com.br/diagnostico-de-dengue-e-imunizacao-exigem-cautelas-na-doacao-de-sangue/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 19:03:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que tiveram dengue ou que tomaram a vacina contra a doença devem aguardar prazos específicos para poder doar sangue. As orientações sobre triagem de candidatos voltadas a serviços de hemoterapia constam em&#160;nota técnica publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)&#160;e pelo Ministério da Saúde. Em nota, a Anvisa informou que evidências científicas demonstram que há risco de transmissão da dengue por transfusão sanguínea. Quando uma pessoa recebe sangue contaminado com o vírus, há uma probabilidade de 38% de que ela seja infectada e desenvolva a doença após a transfusão. A agência destaca que, por esse motivo e “por precaução”, pessoas que tiveram dengue ou tomaram a vacina recentemente não podem doar sangue por um período determinado de tempo, conforme os seguintes critérios: Pós-doação A Anvisa pede ainda que os serviços de hemoterapia orientem os doadores caso confirmem diagnóstico por dengue logo após a doação de sangue. “O doador deve informar ao serviço caso tenha resultado confirmado de dengue ou apresente sintomas como febre ou diarréia até 14 dias após a doação”. “A informação é necessária para que os serviços possam resgatar eventuais hemocomponentes em estoque e/ou acompanhar os pacientes, receptores do material’, explicou a agência. Imunoglobulinas x vacinas A nota destaca ainda que, conforme instruções dos fabricantes das vacinas contra dengue disponíveis no Brasil, pacientes que estão recebendo tratamento com imunoglobulinas ou hemocomponentes contendo imunoglobulinas, como sangue ou plasma, devem esperar pelo menos 6 semanas e, preferencialmente, 3 meses após o término do tratamento para tomar a vacina. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pessoas que tiveram dengue ou que tomaram a vacina contra a doença devem aguardar prazos específicos para poder doar sangue. As orientações sobre triagem de candidatos voltadas a serviços de hemoterapia constam em&nbsp;<a href="https://www.gov.br/anvisa/pt-br/centraisdeconteudo/publicacoes/sangue-tecidos-celulas-e-orgaos/notas-tecnicas/vigentes/sei_2820754_nota_tecnica_5.pdf/view" target="_blank" rel="noreferrer noopener">nota técnica publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)</a>&nbsp;e pelo Ministério da Saúde.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584179&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584179&amp;o=node"></p>



<p>Em nota, a Anvisa informou que evidências científicas demonstram que há risco de transmissão da dengue por transfusão sanguínea. Quando uma pessoa recebe sangue contaminado com o vírus, há uma probabilidade de 38% de que ela seja infectada e desenvolva a doença após a transfusão.</p>



<p>A agência destaca que, por esse motivo e “por precaução”, pessoas que tiveram dengue ou tomaram a vacina recentemente não podem doar sangue por um período determinado de tempo, conforme os seguintes critérios:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>pessoas que tiveram dengue comum devem aguardar 30 dias após a recuperação completa;</li>



<li>pessoas que tiveram dengue grave devem aguardar 180 dias após a recuperação completa;</li>



<li>pessoas que tiveram contato sexual com pessoas que tiveram dengue nos últimos 30 dias deverão aguardar 30 dias após o último contato sexual;</li>



<li>pessoas que tomaram a vacina contra a dengue devem aguardar 30 dias após a vacinação.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Pós-doação</h2>



<p>A Anvisa pede ainda que os serviços de hemoterapia orientem os doadores caso confirmem diagnóstico por dengue logo após a doação de sangue. “O doador deve informar ao serviço caso tenha resultado confirmado de dengue ou apresente sintomas como febre ou diarréia até 14 dias após a doação”.</p>



<p>“A informação é necessária para que os serviços possam resgatar eventuais hemocomponentes em estoque e/ou acompanhar os pacientes, receptores do material’, explicou a agência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Imunoglobulinas x vacinas</h2>



<p>A nota destaca ainda que, conforme instruções dos fabricantes das vacinas contra dengue disponíveis no Brasil, pacientes que estão recebendo tratamento com imunoglobulinas ou hemocomponentes contendo imunoglobulinas, como sangue ou plasma, devem esperar pelo menos 6 semanas e, preferencialmente, 3 meses após o término do tratamento para tomar a vacina.</p>



<p>“O objetivo dessa recomendação é não comprometer a eficácia das vacinas nesses pacientes. A Anvisa incentiva a doação de sangue e recomenda que todos os brasileiros visitem os serviços de hemoterapia, conhecidos como bancos de sangue, para verificar se estão aptos a doar sangue com segurança. Dessa forma, podem ajudar a salvar vidas e praticar uma boa ação.”</p>



<p><em><strong>Agência Brasil</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>El Niño perde força, mas manterá temperaturas altas</title>
		<link>https://www.consorcioguaicurus.com.br/el-nino-perde-forca-mas-mantera-temperaturas-altas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 19:02:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O padrão&#160;climático El Niño começou a perder força, mas continuará a alimentar temperaturas acima da média em todo o mundo, informou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) nesta terça-feira (5). O fenômeno climático natural, associado à&#160;interrupção dos padrões de vento, significa temperaturas mais quentes na superfície do oceano no Pacífico central e oriental. O El Niño, que ocorre em média a cada dois a sete anos, normalmente dura de nove a 12 meses e pode provocar fenômenos extremos, como incêndios florestais, ciclones tropicais e secas prolongadas. A porta-voz da OMM, Claire Nullis, disse que o El Niño atual atingiu seu ápice em dezembro e pode ser&#160;considerado um dos cinco mais fortes da história. &#8220;Agora ele está enfraquecendo gradualmente, mas obviamente continuará a impactar o clima global nos próximos meses&#8221;, disse ela a repórteres em Genebra. &#8220;Esperamos temperaturas acima do normal nos próximos meses, entre março e maio, em geral na maioria das áreas terrestres.&#8221; Em comentários separados, a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, disse que o El Niño contribuiu parcialmente para os recentes recordes de temperatura no mundo. &#8220;Todos os meses, desde junho de 2023, estabeleceram novo recorde mensal de temperatura &#8212; e 2023 foi de longe o ano mais quente já registrado&#8221;, disse Saulo em comunicado. &#8220;O El Niño contribuiu para essas temperaturas recordes, mas os gases de efeito estufa que retêm o calor são inequivocamente os principais culpados&#8221;, acrescentou. A OMM informou&#160;que havia cerca de 60% de chance de persistência do El Niño de março a maio e 80% [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O padrão&nbsp;climático El Niño começou a perder força, mas continuará a alimentar temperaturas acima da média em todo o mundo, informou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) nesta terça-feira (5).</p>



<p>O fenômeno climático natural, associado à&nbsp;interrupção dos padrões de vento, significa temperaturas mais quentes na superfície do oceano no Pacífico central e oriental.</p>



<p>O El Niño, que ocorre em média a cada dois a sete anos, normalmente dura de nove a 12 meses e pode provocar fenômenos extremos, como incêndios florestais, ciclones tropicais e secas prolongadas.</p>



<p>A porta-voz da OMM, Claire Nullis, disse que o El Niño atual atingiu seu ápice em dezembro e pode ser&nbsp;considerado um dos cinco mais fortes da história.</p>



<p>&#8220;Agora ele está enfraquecendo gradualmente, mas obviamente continuará a impactar o clima global nos próximos meses&#8221;, disse ela a repórteres em Genebra.</p>



<p>&#8220;Esperamos temperaturas acima do normal nos próximos meses, entre março e maio, em geral na maioria das áreas terrestres.&#8221;</p>



<p>Em comentários separados, a secretária-geral da OMM, Celeste Saulo, disse que o El Niño contribuiu parcialmente para os recentes recordes de temperatura no mundo.</p>



<p>&#8220;Todos os meses, desde junho de 2023, estabeleceram novo recorde mensal de temperatura &#8212; e 2023 foi de longe o ano mais quente já registrado&#8221;, disse Saulo em comunicado.</p>



<p>&#8220;O El Niño contribuiu para essas temperaturas recordes, mas os gases de efeito estufa que retêm o calor são inequivocamente os principais culpados&#8221;, acrescentou.</p>



<p>A OMM informou&nbsp;que havia cerca de 60% de chance de persistência do El Niño de março a maio e 80% de chance de condições neutras, nem El Niño nem La Niña, de abril a junho.</p>



<p>Há uma chance de La Niña &#8212; padrão climático caracterizado por temperaturas excepcionalmente frias no Pacífico &#8212; se desenvolver no final do ano, mas as probabilidades permanecem incertas, disse a OMM.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instituto Nacional de Cardiologia alerta para aumento da obesidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 18:59:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo lançado pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC), do Ministério da Saúde, indica um quadro preocupante nas capitais brasileiras e Distrito Federal de aumento de moradores adultos com sobrepeso (acima do peso) e obesidade (muito acima do peso) e diminuição de pessoas com peso normal e saudável. O artigo&#160;Análise temporal da prevalência da obesidade e do sobrepeso no Brasil entre 2006 e 2023: evidências a partir dos dados do Vigitel, dos pesquisadores do INC Arn Migowski e Gustavo Tavares Lameiro da Costa, mostra que, no ano passado, pela primeira vez na série histórica, o percentual de pessoas com sobrepeso (38,45%) nessas cidades ultrapassou o daqueles com peso normal (36,93%), enquanto os obesos chegaram a 24,62%.&#160; O Dia Mundial da Obesidade foi lembrado nessa segunda-feira (4). O estudo tomou por base as informações do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), levantamento por amostragem do Ministério da Saúde realizado por meio de ligações telefônicas.&#160; “O excesso de peso é considerado a segunda maior causa de morte evitável, atrás apenas do tabagismo. Entre as doenças cardiovasculares relacionadas ao excesso de peso estão a doença arterial coronariana (incluindo o infarto), AVC e hipertensão. Além disso, também é fator de risco para diversos tipos de câncer, diabetes mellitus tipo 2, doença renal crônica, esteatose hepática, síndrome da apneia obstrutiva do sono, depressão e artrose, entre outras doenças”, afirmou Aurora Issa, cardiologista e diretora do INC. O estudo classificou a população adulta das capitais em três [&#8230;]</p>
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<p>Estudo lançado pelo Instituto Nacional de Cardiologia (INC), do Ministério da Saúde, indica um quadro preocupante nas capitais brasileiras e Distrito Federal de aumento de moradores adultos com sobrepeso (acima do peso) e obesidade (muito acima do peso) e diminuição de pessoas com peso normal e saudável.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584183&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584183&amp;o=node"></p>



<p>O artigo&nbsp;<em>Análise temporal da prevalência da obesidade e do sobrepeso no Brasil entre 2006 e 2023: evidências a partir dos dados do Vigitel</em>, dos pesquisadores do INC Arn Migowski e Gustavo Tavares Lameiro da Costa, mostra que, no ano passado, pela primeira vez na série histórica, o percentual de pessoas com sobrepeso (38,45%) nessas cidades ultrapassou o daqueles com peso normal (36,93%), enquanto os obesos chegaram a 24,62%.&nbsp;</p>



<p>O Dia Mundial da Obesidade foi lembrado nessa segunda-feira (4).</p>



<p>O estudo tomou por base as informações do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), levantamento por amostragem do Ministério da Saúde realizado por meio de ligações telefônicas.&nbsp;</p>



<p>“O excesso de peso é considerado a segunda maior causa de morte evitável, atrás apenas do tabagismo. Entre as doenças cardiovasculares relacionadas ao excesso de peso estão a doença arterial coronariana (incluindo o infarto), AVC e hipertensão.</p>



<p>Além disso, também é fator de risco para diversos tipos de câncer, diabetes mellitus tipo 2, doença renal crônica, esteatose hepática, síndrome da apneia obstrutiva do sono, depressão e artrose, entre outras doenças”, afirmou Aurora Issa, cardiologista e diretora do INC.</p>



<p>O estudo classificou a população adulta das capitais em três grupos de acordo com o índice de massa corporal (IMC), calculado pela divisão do peso (em quilogramas) pelo quadrado da altura (em metros): peso normal (IMC entre 18,50 e 24,99 kg/m2); sobrepeso (25 a 29,99 kg/m2); e obesidade (superior a 30 kg/m2). Foi criada ainda uma categoria denominada “excesso de peso”, reunindo sobrepeso e obesidade, ou seja, pessoas com IMC superior a 25 kg/m2.</p>



<p>Os adultos com IMC inferior a 18,50 kg/m2, uma parcela muito pequena da população, não foram contabilizados no estudo, explicam os pesquisadores. Essas pessoas, em geral, sofrem de subnutrição ou doenças graves e não foram incluídas porque o objetivo do artigo é avaliar a progressão dos índices de excesso de peso comparativamente ao peso normal.</p>



<p>Sobre a série histórica, o médico epidemiologista Arn Migowski ressalta que a proporção de pessoas com excesso de peso (sobrepeso ou obesidade) chegou a 63,07% em 2023: “Se dividirmos a população nesses dois grupos, as pessoas com peso normal prevaleciam até 2009. Entre 2010 e 2011 as curvas se encontraram.</p>



<p>A partir daí, a diferença aumentou e o grupo com excesso de peso é hoje amplamente majoritário nas capitais. Esse processo culminou com os resultados de 2023, nos quais pela primeira vez a proporção de indivíduos com sobrepeso ultrapassou a daqueles com peso normal, isso mesmo sem incluir a proporção de indivíduos obesos”.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Jovens e mulheres</h2>



<p>Os pesquisadores analisaram a evolução das séries temporais das prevalências das três categorias de peso por região do Brasil, faixa etária e gênero. Em todos os casos, eles identificaram o mesmo padrão de crescimento dos grupos com sobrepeso e obesidade e diminuição daqueles com peso normal.</p>



<p>As cinco regiões do país seguiram a mesma tendência nacional.</p>



<p>Quanto às faixas etárias, entre os jovens adultos (18 a 24 anos), a prevalência de excesso de peso é menor do que entre os mais velhos. No entanto, os pesquisadores enfatizam que o índice de excesso de peso entre os jovens aumentou de 21,57% em 2006 para 36,55% 2023.</p>



<p>Esse fenômeno é especialmente preocupante pelo longo período de exposição ao excesso de peso que esses jovens terão ao longo da vida – se não reduzirem seus IMCs –, o que vai potencializar o risco de desenvolvimento de doenças.</p>



<p>Em relação ao gênero, o que chamou a atenção dos pesquisadores foi o forte declínio na proporção de mulheres com peso normal, em ritmo mais acentuado do que o verificado entre os homens. Em 2006, 59,29% das mulheres tinham peso normal, proporção que declinou acentuadamente para 38,75% em 2023. Entre os homens a diminuição foi menor, de 51,61% em 2006 para 34,93% em 2023.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Pesquisa mostra que diferença salarial entre mulheres e homens caiu</title>
		<link>https://www.consorcioguaicurus.com.br/pesquisa-mostra-que-diferenca-salarial-entre-mulheres-e-homens-caiu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 18:59:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 10 anos, houve uma redução na diferença entre salários pagos às mulheres e aos homens. O índice que mede a paridade salarial passou de 72 em 2013 para 78,7, em 2023. A paridade de gênero é medida em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior a equidade entre mulheres e homens. Os dados estão no levantamento Mulheres no Mercado de Trabalho, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações serão apresentadas nesta terça-feira (5), durante a primeira reunião de 2024 do Fórum Nacional da Mulher Empresária da CNI. O estudo também revelou que a participação feminina em cargos de liderança passou de 35,7% em 2013 para 39,1% em 2023. O índice de empregabilidade das mulheres apresentou evolução entre 2013 e 2023, passando de 62,6 para 66,6, respectivamente, crescimento de 6,4%. Os resultados do levantamento indicaram que as mulheres têm mais escolaridade que os homens: enquanto elas têm, em média, 12 anos de estudo; os homens têm 10,7 anos. O tempo dedicado à chamada jornada de trabalho reprodutiva, ou seja, aquela que envolve as atividades domésticas e de cuidados com familiares, também é maior entre as mulheres. No caso das pessoas empregadas, esse tempo foi de 17,8 horas semanais para mulheres e de 11 horas para homens em 2022. Entre os desocupados – desempregados e pessoas em busca de emprego [&#8230;]</p>
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<p>Nos últimos 10 anos, houve uma redução na diferença entre salários pagos às mulheres e aos homens. O índice que mede a paridade salarial passou de 72 em 2013 para 78,7, em 2023. A paridade de gênero é medida em uma escala de 0 a 100, sendo que quanto mais próximo de 100, maior a equidade entre mulheres e homens.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584035&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584035&amp;o=node"></p>



<p>Os dados estão no levantamento Mulheres no Mercado de Trabalho, realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) a partir de microdados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADc) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As informações serão apresentadas nesta terça-feira (5), durante a primeira reunião de 2024 do Fórum Nacional da Mulher Empresária da CNI.</p>



<p>O estudo também revelou que a participação feminina em cargos de liderança passou de 35,7% em 2013 para 39,1% em 2023. O índice de empregabilidade das mulheres apresentou evolução entre 2013 e 2023, passando de 62,6 para 66,6, respectivamente, crescimento de 6,4%.</p>



<p>Os resultados do levantamento indicaram que as mulheres têm mais escolaridade que os homens: enquanto elas têm, em média, 12 anos de estudo; os homens têm 10,7 anos.</p>



<p>O tempo dedicado à chamada jornada de trabalho reprodutiva, ou seja, aquela que envolve as atividades domésticas e de cuidados com familiares, também é maior entre as mulheres. No caso das pessoas empregadas, esse tempo foi de 17,8 horas semanais para mulheres e de 11 horas para homens em 2022. Entre os desocupados – desempregados e pessoas em busca de emprego –, a diferença é ainda maior: as mulheres exercem 24,5 horas semanais de trabalho e os homens, 13,4 horas.</p>



<p>Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, apesar da redução das diferenças entre gêneros da última década, é preciso continuar avançando e rápido.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“É urgente ampliar o debate e implementar medidas concretas para chegarmos a um cenário de equidade plena no mercado de trabalho brasileiro”, avalia.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Legislação</h2>



<p>Em julho do ano passado, o&nbsp;<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-07/governo-abre-canal-de-denuncia-para-desigualdade-salarial-de-genero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">governo federal sancionou</a>&nbsp;uma lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres e estabelece medidas para tornar os salários mais justos, aumentando a fiscalização contra a discriminação e facilitando os processos legais para garantir igualdade salarial.</p>



<p>Com a nova lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem fornecer relatórios semestrais transparentes sobre salários e critérios de remuneração. Esses relatórios devem conter informações que permitam comparar salários e remunerações entre homens e mulheres de forma objetiva.</p>



<p>Caso haja alguma irregularidade, serão aplicadas punições administrativas e os processos legais para corrigir a desigualdade devem ser facilitados.</p>



<p>Também foram <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-07/governo-abre-canal-de-denuncia-para-desigualdade-salarial-de-genero" target="_blank" rel="noreferrer noopener">instituídos canais para denunciar</a> o descumprimento da igualdade salarial por parte de empresas e entidades em geral. As pessoas podem encaminhar os casos por meio de um <a href="https://denuncia.sit.trabalho.gov.br/home" target="_blank" rel="noreferrer noopener">portal do Ministério do Trabalho</a> ou pelo telefone: Disque 100, Disque 180 ou Disque 158.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Receita paga hoje restituições de lote residual do Imposto de Renda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 13:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Receita Federal credita, nesta quinta-feira (29), os valores das restituições do lote residual do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de fevereiro de 2024. Os lotes são de contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco. O valor total das restituições é de mais de R$ 304,1 milhões. Desse total, R$ 208,9 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade: 3.155 contribuintes idosos acima de 80 anos de idade; 25.536 contribuintes entre 60 e 79 anos; 3.351 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; 6.744 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério. Também há 80.680 contribuintes sem prioridade legal, mas que receberão neste lote por terem usado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição por meio de Pix. Foram contemplados ainda 88.857 contribuintes não prioritários. Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da&#160;Receita na internet,&#160;clicar em &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e, em seguida, em &#8220;Consultar a Restituição&#8221;. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones. Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no&#160;Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)&#160;e tirar o extrato da declaração. Se houver pendência, pode enviar declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina. Como resgatar O pagamento da restituição é feito diretamente na conta bancária informada pelo contribuinte na declaração, de forma direta ou por indicação de chave Pix. Se, por algum motivo, o crédito não for [&#8230;]</p>
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<p>A Receita Federal credita, nesta quinta-feira (29), os valores das restituições do lote residual do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) de fevereiro de 2024. Os lotes são de contribuintes que caíram na malha fina e regularizaram as pendências com o Fisco. O valor total das restituições é de mais de R$ 304,1 milhões.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583466&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583466&amp;o=node"></p>



<p>Desse total, R$ 208,9 milhões serão destinados a contribuintes com prioridade: 3.155 contribuintes idosos acima de 80 anos de idade; 25.536 contribuintes entre 60 e 79 anos; 3.351 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave; 6.744 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.</p>



<p>Também há 80.680 contribuintes sem prioridade legal, mas que receberão neste lote por terem usado a declaração pré-preenchida ou optado por receber a restituição por meio de Pix. Foram contemplados ainda 88.857 contribuintes não prioritários.</p>



<p>Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da&nbsp;<a href="https://www.gov.br/receitafederal/pt-br" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Receita na internet,</a>&nbsp;clicar em &#8220;Meu Imposto de Renda&#8221; e, em seguida, em &#8220;Consultar a Restituição&#8221;. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.</p>



<p>Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no&nbsp;<a href="https://cav.receita.fazenda.gov.br/autenticacao/login" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC)</a>&nbsp;e tirar o extrato da declaração. Se houver pendência, pode enviar declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como resgatar</h2>



<p>O pagamento da restituição é feito diretamente na conta bancária informada pelo contribuinte na declaração, de forma direta ou por indicação de chave Pix. Se, por algum motivo, o crédito não for realizado &#8211; se, por exemplo, a conta foi desativada -, os valores ficarão disponíveis para resgate por até 1 ano no Banco do Brasil.</p>



<p>Nesse caso, o cidadão pode reagendar o crédito dos valores, em seu nome, pelo Portal BB, ou ligando para a Central de Relacionamento BB por meio dos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).</p>



<p>Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição no prazo de 1 ano, deve requerer o valor pelo Portal e-CAC, acessando o menu “Declarações e Demonstrativos” e selecionando “Meu Imposto de Renda”. Em seguida, deve clicar no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Entenda a diferença dos sintomas de dengue e de covid-19</title>
		<link>https://www.consorcioguaicurus.com.br/entenda-a-diferenca-dos-sintomas-de-dengue-e-de-covid-19/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Feb 2024 13:45:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em meio a uma explosão de casos de dengue e o aumento de infecções por covid-19 no Brasil, sintomas como febre, dor de cabeça e mal-estar passaram a assustar e gerar muitas dúvidas. No atual cenário epidemiológico, é importante saber diferenciar os sinais de cada enfermidade. Em entrevista à Agência Brasil, o infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior, lembrou que, embora igualmente causadas por vírus, dengue e covid-19 são transmitidas de maneiras completamente diferentes. Enquanto a infecção por dengue acontece pela picada do mosquito Aedes aegypti, a infecção por covid-19 se dá por via aérea, por contato próximo a uma pessoa doente, como tosse ou espirro. Brasília &#8211; O infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior &#8211; Foto Moacyr Silva Junior/Arquivo Pessoal “A transmissão da covid-19 acontece de pessoa para pessoa. É uma transmissão respiratória por tosse, expectoração, gotículas, contato de mão. Muitas vezes, a pessoa assoa o nariz, não higieniza as mãos e passa para outra pessoa. A dengue não, está relacionada ao mosquito mesmo. O mosquito pica uma pessoa infectada e, posteriormente, vai picar outra pessoa sã e transmitir o vírus de uma pessoa para outra, mas você tem o vetor.” O infectologista explica a diferença básica nos sintomas das duas doenças: “Quando a gente pensa em covid-19, o quadro é muito relacionado a um quadro respiratório ou de resfriado comum e dor no corpo. Já na dengue, geralmente, é um quadro mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em meio a uma explosão de casos de dengue e o aumento de infecções por covid-19 no Brasil, sintomas como febre, dor de cabeça e mal-estar passaram a assustar e gerar muitas dúvidas. No atual cenário epidemiológico, é importante saber diferenciar os sinais de cada enfermidade.</p>



<p>Em entrevista à Agência Brasil, o infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior, lembrou que, embora igualmente causadas por vírus, dengue e covid-19 são transmitidas de maneiras completamente diferentes. Enquanto a infecção por dengue acontece pela picada do mosquito Aedes aegypti, a infecção por covid-19 se dá por via aérea, por contato próximo a uma pessoa doente, como tosse ou espirro.</p>



<p>Brasília &#8211; O infectologista do Serviço de Controle de Infecção do Hospital Albert Einstein, Moacyr Silva Junior &#8211; Foto Moacyr Silva Junior/Arquivo Pessoal</p>



<p>“A transmissão da covid-19 acontece de pessoa para pessoa. É uma transmissão respiratória por tosse, expectoração, gotículas, contato de mão. Muitas vezes, a pessoa assoa o nariz, não higieniza as mãos e passa para outra pessoa. A dengue não, está relacionada ao mosquito mesmo. O mosquito pica uma pessoa infectada e, posteriormente, vai picar outra pessoa sã e transmitir o vírus de uma pessoa para outra, mas você tem o vetor.”</p>



<p>O infectologista explica a diferença básica nos sintomas das duas doenças:</p>



<p>“Quando a gente pensa em covid-19, o quadro é muito relacionado a um quadro respiratório ou de resfriado comum e dor no corpo. Já na dengue, geralmente, é um quadro mais seco. Esse quadro respiratório geralmente está ausente. Não vai haver infecção das vias aéreas superiores. É mais dor atrás dos olhos, dor no corpo, mal-estar. Não vai estar associado à coriza, tosse e expectoração.”</p>



<p>Dengue</p>



<p>O Ministério da Saúde define a dengue como uma doença febril aguda, sistêmica, debilitante e autolimitada. A maioria dos pacientes se recupera, mas parte deles pode progredir para formas graves da doença.</p>



<p>A quase totalidade dos óbitos por dengue é classificada pela pasta como evitável e depende, na maioria das vezes, da qualidade da assistência prestada e organização da rede de serviços de saúde.</p>



<p>“Os sinais clássicos da dengue são febre, geralmente junto com dor no corpo, dor atrás dos olhos, mal-estar e prostração. É uma febre que chega a 38° ou 39°. Tudo bem associado”, explicou o infectologista.</p>



<p>Após o período febril, entretanto, é preciso manter a atenção. Com o declínio da febre após os primeiros dias, alguns sinais classificados como de alarme podem estar presentes e marcam o início da piora do paciente.</p>



<p>“O agravamento da dengue acontece em torno do terceiro ao quinto dia, quando a febre desaparece. É interessante porque, geralmente, quando a febre desaparece, a gente acha que está melhorando. Mas, no caso da dengue, pode se um sinal de que a coisa pode piorar.”</p>



<p>“Nessa piora, os sinais de alerta são vômitos recorrentes, a pessoa não consegue se alimentar, fica bem desidratada, dor de barriga, surgem manchas pelo corpo. São sinais de gravidade. Então, no terceiro dia, caso a febre suma e a pessoa se sinta pior, vale procurar o posto de saúde para ser avaliada e verificar a gravidade.”</p>



<p>Covid-19</p>



<p>Já a covid-19 se caracteriza por uma infecção respiratória aguda causada pelo coronavírus SARS-CoV-2 e é classificada pelo Ministério da Saúde como potencialmente grave, de elevada transmissibilidade e de distribuição global.</p>



<p>A doença pode apresentar manifestações clínicas leves, quadros moderados, graves e até críticos.</p>



<p>A maioria dos casos são marcados pela presença de sintomas como tosse, dor de garganta ou coriza, seguidos ou não de febre, calafrios, dores musculares, fadiga e dor de cabeça.</p>



<p>“A covid pode não ter febre. O paciente vai apresentar um quadro de tosse, expectoração, dor de garganta, obstrução nasal associada à dor no corpo. Acompanhado ou não de febre”, explicou Moacyr Silva Júnior.</p>



<p>“Felizmente, com a vacinação, a gente não está tendo mais casos graves de covid-19, com internação. A pessoa pode ficar em casa e tratar coma analgésicos e antitérmicos. Os sinais de gravidade são falta de ar que persiste, cansaço importante, frequência respiratória mais aumentada e uma febre que pode persistir, diferentemente da dengue. Nesses casos, o paciente deve procurar assistência médica.”</p>



<p>Em casos graves, classificados como Síndrome Respiratória Aguda Grave, há desconforto respiratório, pressão persistente no tórax ou saturação de oxigênio menor que 95% em ar ambiente, além de coloração azulada de lábios ou rosto. Nos casos críticos, há necessidade de suporte respiratório e internações em unidades de terapia intensiva (UTI).</p>



<p>Automedicação</p>



<p>Com os sistemas de saúde públicos e particulares sobrecarregados, o paciente, muitas vezes, opta por tomar medicamentos por conta própria. O infectologista alerta, entretanto, que a automedicação, apesar de ser vista como uma solução para o alívio imediato dos sintomas, deve ser feita com cautela para que não haja consequências mais graves – sobretudo em casos de dengue.</p>



<p>“Em relação à covid, particularmente, a dipirona e a lavagem nasal com soro fisiológico já ajudam e diminuem os sintomas até passar a fase. Já em relação à dengue, além do analgésico, que seria a dipirona, precisamos de uma hidratação bastante importante, algo em torno de três litros por dia de hidratação oral. Pode ser suco, água de coco e água. Associados à dipirona, para diminuir os sintomas de dor muscular. O que é contraindicado é o ácido acetilsalicílico, o AAS, que pode piorar os sinais de hemorragia caso o paciente evolua para dengue hemorrágica”, concluiu.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
<p>The post <a href="https://www.consorcioguaicurus.com.br/entenda-a-diferenca-dos-sintomas-de-dengue-e-de-covid-19/">Entenda a diferença dos sintomas de dengue e de covid-19</a> appeared first on <a href="https://www.consorcioguaicurus.com.br">Consórcio Guaicurus</a>.</p>
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		<title>Dengue: DF, seis estados e 154 municípios decretaram emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 18:15:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pelo menos sete unidades da Federação já decretaram situação de emergência em saúde pública por causa da explosão de casos de dengue. São elas: Minas Gerais, Acre, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Distrito Federal.&#160; Balanço divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde mostra ainda que 154 municípios também decretaram emergência em razão dos casos de dengue. O decreto permite solicitar recursos extras para o combate à doença.&#160; De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, as portarias do governo federal com os repasses específicos para esses casos começaram a ser publicadas nesta terça-feira (27), “já com dinheiro na conta”. Dados do painel de monitoramento de arboviroses mostram que o Brasil registrava, até terça-feira (27),&#160;973.347 casos e 195 mortes confirmadas. Veja&#160;os dados do DF e dos&#160;estados que decretaram situação de&#160;emergência: Acre:&#160;6.498 casos prováveis e nenhuma morte confirmada Distrito Federal:&#160;100.078 casos e prováveis 52 mortes confirmadas Goiás:&#160;58.201 casos prováveis e 13 mortes confirmadas Espírito Santo:&#160;33.410 casos prováveis e 3 mortes confirmadas Minas Gerais:&#160;332.306 casos prováveis&#160;e 35 mortes confirmadas Rio de Janeiro:&#160;75.804 casos prováveis 6 mortes confirmadas Santa Catarina: 24.275 casos prováveis e 10 mortes confirmadas Agência Brasil</p>
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<p>Pelo menos sete unidades da Federação já decretaram situação de emergência em saúde pública por causa da explosão de casos de dengue. São elas: Minas Gerais, Acre, Goiás, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Distrito Federal.&nbsp;<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583338&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583338&amp;o=node"></p>



<p>Balanço divulgado nesta quarta-feira (28) pelo Ministério da Saúde mostra ainda que 154 municípios também decretaram emergência em razão dos casos de dengue. O decreto permite solicitar recursos extras para o combate à doença.&nbsp;</p>



<p>De acordo com a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, as portarias do governo federal com os repasses específicos para esses casos começaram a ser publicadas nesta terça-feira (27), “já com dinheiro na conta”.</p>



<p>Dados do painel de monitoramento de arboviroses mostram que o Brasil registrava, até terça-feira (27),&nbsp;973.347 casos e 195 mortes confirmadas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Veja&nbsp;os dados do DF e dos&nbsp;estados que decretaram situação de&nbsp;emergência:</h2>



<p><br><strong>Acre:</strong>&nbsp;6.498 casos prováveis e nenhuma morte confirmada</p>



<p><strong>Distrito Federal:</strong>&nbsp;100.078 casos e prováveis 52 mortes confirmadas</p>



<p><strong>Goiás:</strong>&nbsp;58.201 casos prováveis e 13 mortes confirmadas</p>



<p><strong>Espírito Santo:&nbsp;</strong>33.410 casos prováveis e 3 mortes confirmadas</p>



<p><strong>Minas Gerais:</strong>&nbsp;332.306 casos prováveis&nbsp;e 35 mortes confirmadas</p>



<p><strong>Rio de Janeiro:</strong>&nbsp;75.804 casos prováveis 6 mortes confirmadas</p>



<p><strong>Santa Catarina: </strong>24.275 casos prováveis e 10 mortes confirmadas</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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		<title>Somente 20% das mulheres brasileiras conhecem bem a Lei Maria da Penha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consórcio Guaicurus]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Feb 2024 18:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apenas duas em cada dez mulheres&#160;se sentem bem informadas em relação à Lei&#160;Maria da Penha, que criou mecanismos para coibir e prevenir a&#160;violência doméstica e familiar&#160;contra a mulher e foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006. Os dados fazem parte da&#160;10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher, realizada pelo Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) e o Instituto DataSenado, ambos do&#160;Senado. A sondagem é bianual e foi divulgada nesta quarta-feira (28)&#160;em Brasília. Ela envolveu entrevistas por telefone com 21.787 mulheres de 16 anos ou mais entre os dias 21 de agosto a 25 de setembro do ano passado. Esta é primeira edição do levantamento&#160;que traz dados por estado. O estudo&#160;atualiza, também pela primeira vez, o Mapa Nacional da Violência de Gênero, projeto viabilizado pelo&#160;OMV, o Instituto Avon e a organização Gênero e Número, que cobre questões de gênero e raça no Brasil e na América Latina desde 2016. Na avaliação de Beatriz Accioly, coordenadora de Parcerias do Instituto Avon, o que chama&#160;bastante a atenção na pesquisa é que a Lei Maria da Penha é conhecida pela população brasileira de maneira geral, mas quando se pergunta o quanto as pessoas sabem&#160;da lei, sobretudo as mulheres, percebe-se que o conhecimento ainda é muito pequeno. “É quase de ouvir falar. Não dá segurança de saber exatamente o que a lei garante em termos de direitos e o que ela muda de fato”, disse Beatriz à&#160;Agência Brasil. Ela explicou que a pesquisa alerta para a necessidade [&#8230;]</p>
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<p>Apenas duas em cada dez mulheres&nbsp;se sentem bem informadas em relação à Lei&nbsp;Maria da Penha, que criou mecanismos para coibir e prevenir a&nbsp;violência doméstica e familiar&nbsp;contra a mulher e foi sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2006.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1583257&amp;o=node"><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1583257&amp;o=node"></p>



<p>Os dados fazem parte da&nbsp;10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher, realizada pelo Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) e o Instituto DataSenado, ambos do&nbsp;Senado. A sondagem é bianual e foi divulgada nesta quarta-feira (28)&nbsp;em Brasília. Ela envolveu entrevistas por telefone com 21.787 mulheres de 16 anos ou mais entre os dias 21 de agosto a 25 de setembro do ano passado.</p>



<p>Esta é primeira edição do levantamento&nbsp;que traz dados por estado. O estudo&nbsp;atualiza, também pela primeira vez, o Mapa Nacional da Violência de Gênero, projeto viabilizado pelo&nbsp;OMV, o Instituto Avon e a organização Gênero e Número, que cobre questões de gênero e raça no Brasil e na América Latina desde 2016.</p>



<p>Na avaliação de Beatriz Accioly, coordenadora de Parcerias do Instituto Avon, o que chama&nbsp;bastante a atenção na pesquisa é que a Lei Maria da Penha é conhecida pela população brasileira de maneira geral, mas quando se pergunta o quanto as pessoas sabem&nbsp;da lei, sobretudo as mulheres, percebe-se que o conhecimento ainda é muito pequeno. “É quase de ouvir falar. Não dá segurança de saber exatamente o que a lei garante em termos de direitos e o que ela muda de fato”, disse Beatriz à&nbsp;<strong>Agência Brasil</strong>.</p>



<p>Ela explicou que a pesquisa alerta para a necessidade de entender não só o que as pessoas já ouviram falar sobre a lei, mas o quanto elas conhecem nos detalhes, o quanto esse conhecimento têm a ver com os seus próprios direitos. De acordo com o estudo,&nbsp;mesmo nas localidades onde há maior conhecimento entre a população feminina sobre a Maria da Penha, o índice é muito baixo, passando pouco de 30%.</p>



<p>É o caso do Distrito Federal (33%), Paraná (29%) e Rio Grande do Sul (29%). “O conhecimento está muito longe de ser o ideal”, afirmou Beatriz. As mulheres das regiões Norte e Nordeste são as que afirmam conhecer menos a Lei Maria da Penha, principalmente no Amazonas (74%), Pará (74%), Maranhão (72%), Piauí (72%), em Roraima (71%) e no Ceará (71%).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Diagnóstico</h2>



<p>Para a coordenadora de Parcerias do Instituto Avon, o diagnóstico mostra que ainda não se conversa tanto sobre a lei quanto é necessário. “É preciso furar a bolha”. O objetivo é aumentar a parcela da população com conhecimento sobre a legislação. Isso pode ser feito a partir da construção de medidas educativas e de conscientização sobre leis, recursos e políticas públicas voltadas para o enfrentamento à violência de gênero, afirma&nbsp;Daniela Grelin, diretora executiva do Instituto Avon. Para ela, o maior conhecimento é fundamental para que as mulheres brasileiras possam reivindicar seus direitos, além de interromper ciclos de abusos e agressões.</p>



<p>A coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência, do Senado, Maria Teresa Prado, destaca&nbsp;que a pesquisa constitui&nbsp;ferramenta que pode auxiliar os legisladores na criação de leis, políticas públicas e programas que funcionem de fato e que sejam mais adequados às especificidades de cada estado.</p>



<p>Segundo Beatriz Accioly, todos os senadores e senadoras vão receber um relatório específico de seu estado, com diagnóstico do território. “É necessário que a gente alerte os parlamentares&nbsp;para o fato de que esse problema de violência familiar contra a mulher é um dos mais graves. É preciso que eles&nbsp;conheçam a realidade de seus estados&nbsp;e possam cobrar das autoridades locais mudanças de atuação&nbsp;para reverter&nbsp;a situação”.</p>



<p>A presidente e diretora de conteúdo da Gênero e Número, Vitória Régia da Silva, lembrou que a dificuldade em reconhecer situações de violência e a falta de conhecimento dos próprios direitos podem impedir que as vítimas tenham acesso aos serviços da rede de proteção. Por isso, é preciso&nbsp;mudar esse cenário.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Índice</h2>



<p>Em relação ao grau de conhecimento sobre os serviços que integram a rede de proteção à mulher, há&nbsp;equilíbrio entre as unidades federativas brasileiras. A delegacia da mulher é o serviço mais conhecido entre elas (95%), enquanto a Casa da Mulher Brasileira, por sua vez, é conhecida por somente 38% das entrevistadas.</p>



<p>A pesquisa identificou também que o índice nacional de mulheres que declaram ter solicitado medidas protetivas para a sua segurança é de 27%, à exceção do Rio Grande do Sul, onde 41% das mulheres que sofreram violência com base no gênero solicitaram medidas protetivas. Beatriz Accioly avaliou, entretanto, que embora o Rio Grande do Sul, junto com Paraná e o Distrito Federal, sejam os locais onde o grau de conhecimento das mulheres sobre a Lei Maria da Penha é “menos pior” no Brasil, ainda há muito a avançar.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“Esses dados mostram que as pessoas sabem que a lei existe. Mas elas precisam conhecer os seus instrumentos, as suas ferramentas, como utilizar a lei e transformá-la em direito difuso”, disse&nbsp;Beatriz.</p>
</blockquote>



<h2 class="wp-block-heading">Mapa</h2>



<p>Lançado em novembro de 2023, o Mapa Nacional da Violência de Gênero é uma plataforma interativa que reúne os principais dados nacionais públicos e indicadores de violência contra as mulheres,&nbsp;incluindo a Pesquisa Nacional de Violência contra as Mulheres, mais longa série de estudos sobre o tema no país.&nbsp;</p>



<h2 class="wp-block-heading">Legislação</h2>



<p>A&nbsp;Lei Maria da&nbsp;Penha, sancionada em 7 de agosto de 2006, tornou mais rigorosas as penas contra crimes de violência doméstica.</p>



<p>O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia, farmacêutica e bioquímica cearense que sofreu diversas tentativas de homicídio por parte do marido. Em&nbsp;maio de 1983, ele deu um tiro em Maria da Penha, que ficou paraplégica.</p>



<p>Após aguardar a decisão da Justiça por 15 anos e sem resultado, ela entrou com uma ação contra o país na Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). Esse foi o primeiro relato sobre violência doméstica feito ao órgão na América Latina. Em 2001, o Estado brasileiro foi condenado, pela primeira vez na história, por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica. O marido de Maria da Penha foi preso apenas 19 anos depois, em 28 de outubro de 2002, e cumpriu dois anos de prisão.</p>



<p><strong><em>Agência Brasil</em></strong></p>
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